A WMcCann, por exemplo, investiu pesado para conhecer as comidas de rua do Brasil e mais 17 países da América Latina. Em outro estudo, voltado a tendências e demandas do que chamam de “Brasil emergente”, a agência viu que o sentimento de exclusão que a classe C tem em relação ao consumo não está ligado apenas ao aspecto financeiro, mas tem um fundo comportamental. Eles não aceitam muito bem congelados e comidas prontas, por exemplo, e a maioria dos homens declara usar creme para o corpo e 36% faz as unhas.